Ó ponta oceânica te abandono,
sentindo-te e levando-te
não obstante a distância
e o desapego
Abres-me as portas do armário
com portas ainda maiores que tu
nesse sonho indefinido
do périplo repetido
Centro-me no cerne;
Viagem intensa,
bonita,
desconhecida!!
Teu nome empurra-me com largão
fico fora,
atordoado e levado
para o sonho indefinido (repetido)
Poderia prosseguir;
o incomensurável prossegue
ele próprio,
como tu, Europa.
Dou-te finalmente a conhecer
a quem também espera
o sonho indefinido (repetido também)
Dá-me.
Dá-me isso
isso e aquilo
Mais aquilo acolá
Perto como o mar do rio
longe como o fruto do teu pomar
rondar-te atento
e te abraçar.
Aqui fica pairando o alerta e o desejo
pelo nada
pelo tudo
Ah Campos, o sonho indefinido!!
domingo, 20 de julho de 2008
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